sábado, 11 de janeiro de 2014

A velhice cruel dos gays idosos.

Você que lê este artigo pense na sua condição de homem gay inserido na sociedade brasileira.
É necessário pensar na velhice individual de cada cidadão e nas condições sociais em que vivemos.
Cada qual com seus problemas – mas na maioria das vezes os problemas são ou serão iguais para todos.
Uma certeza:você será um idoso daqui há algumas décadas ou daqui há alguns poucos anos ou já vive a velhice nos dias atuais.

Cena um: Mundo real em hospitais e asilos:
Muitos gays idosos vão para o asilo porque a família não tem mais laços afetivos ou porque vivendo sozinhos sem companheiros ou amigos, a única saída é procurar asilos municipais ou instituições privadas e pagas.
Os seus amigos gays que ainda não faleceram já estão no asilo, outros, que ainda tem amigos e companheiros seguem vivendo suas vidas de solidão e angustia – um prenúncio de depressão e muitos problemas de saúde física e mental.
Muitos idosos são reféns de famílias homofóbicas e o medo da senilidade os leva para os asilos, as doenças comuns nessa fase da vida os levam para os hospitais.
Os gays idosos são invisíveis na sociedade. Mas eles existem e a maioria sofre com sua condição. Muitos até tomam coragem e vão a lugares gays, mas os mais jovens ao perceberem a presença de um idoso no local fazem piada e os chamam de cacura ou bicha velha.
Cena dois: Mundo real da solidão:
O gay idoso das classes C e D têm muitas dificuldades de se inserir socialmente, portanto, ficam reclusos em casa na periferia das grandes cidades. O tempo passa e a solidão aumenta, geralmente, vivem em ambientes heterossexuais e frequentam bares e botecos, jogam dominó ou baralho para passar o tempo. É o tio que não casou e vive num quartinho no fundo do quintal da casa de parentes.
Para esses idosos a aposentadoria não paga as contas do mês, nem os remédios e tratamentos necessários à manutenção da saúde.
O gay das classes A e B também têm muitas dificuldades de se inserir socialmente e ficam reclusos em casa ou no apartamento das regiões centrais das cidades ou trocam de residência para regiões litorâneas. O tempo passa e a solidão aumenta, geralmente, vivem em ambientes mistos, tanto hetero como homossexual e freqüentam locais gays, shopping Center, saunas, praticam ginástica e natação para passar o tempo. É o gay intelectual e fechado no seu mundo e tem poucos amigos.
Para esses idosos a aposentadoria ou a previdência privada pagam as contas e ainda sobra recurso para viagens, clínicas e alguma diversão.
A única condição que ambos são iguais é a velhice cruel para a maioria deles. Não existem instituições religiosas ou ONGs especializadas em gay idoso. Vá a uma missa ou a um culto e tente encontrar um – estão invisíveis e fazem de tudo para não mostrar a identidade. Os gays idosos se calam e não compartilham sua vida com ninguém por conta dos preconceitos.
Cena final: A velhice cruel

Um ser humano de luz com jovialidade e alegria – uma vida plena, alegre repleta de amigos e parentes. Sonhos realizados, viagens semanais, roupas de marca, festas e baladas – O mundo parece infinito.
O tempo passa e a maturidade chega junto com as preocupações de realizações pessoais – o trabalho e a carreira, além de patrimônios e bens de consumo. Nesta fase da vida é você quem paga a conta e paga para ter amigos.
A velhice chega e a luz esmaece – as rugas marcam o rosto e as dores musculares são freqüentes. Breve fará cirurgias e será dependente de remédios controlados.
Os amigos desaparecem e você fica cada dia mais sozinho – você está vivo e ainda tem desejos, quer companhia, afeto e amor. Não há mais ninguém para acalentar o seu dia.
Então chega o sofrimento e os problemas psicológicos – a solidão e o esquecimento.
Viver passa a ser um fardo e o gay idoso gostaria de dormir e não acordar, mas preferencialmente sem dor.
O idoso se transforma numa sombra de toda uma vida, um João ninguém, um estorvo social e gradativamente se torna um ser invisível e desaparece no mundo dos átomos, imperceptível aos olhos humanos.
Fonte: http://grisalhos.wordpress.com/

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Os médicos não querem tratar os gays em Uganda.

Lemos em Ragap que se você tiver contraído AIDS já pode ser motivo de vergonha para muitas pessoas e ver a doença como algo a ser mantido bem escondido, se além disso, o paciente é gay e vive em Uganda as consequências sociais da doença são ainda mais perigosas e afetam diretamente a saúde. Embora as novas leis que endurecem as sanções contra a homossexualidade ainda não tenham entrado em vigor e estejam pendentes do Presidente Museveni dar o seu parecer sobre o texto aprovado pelo Parlamento, a situação piorou para muitos gays e lésbicas que contraíram doença e agora não se atrevem sequer ir para as clínicas pois pode ser preso, como é explicado pelo grupo Come Out pós-teste clube , tanto os LGBT e profissionais do sexo.
Ativistas também afirmam que médicos agora estão com medo de tratar pacientes LGBT pois têm que enfrentar consequências legais e alguns pacientes se queixam de que lhes foram negados tratamentos que antes eram disponíveis, tais como anti-retrovirais para combater a SIDA ou medicamentos contra a gonorreia. "Nossos membros não confiam mais em nós agora, não como antes, eles poderiam acessar os serviços de saúde para si mesmos. Mas agora vivem com medo, pânico e tensão ", explicou o coletivo, que lamenta que o discurso de ódio às minorias sexuais vigentes no país já estejam tendo consequências para os serviços de saúde.O texto, embora ainda não sendo lei, já está a empurrar as pessoas ao subsolo, e continuará a interromper a coleta e exibição de informações corretas e imperativas ", concluem os ativistas.
Fonte: http://www.cristianosgays.com/

Mãe de Lance Bass faz discurso sobre amor a gays em igreja

Cansada de ver o filho ser repelido em sua igreja, mãe do ex N'Sync diz que papel do cristão é amar

Traduzido do post escrito por Lance Bass para o Huffington Post
Crescer sendo uma criança gay no sul dos Estados Unidos não foi fácil. O medo constante de que as pessoas descobrissem quem você é de verdade e a vergonha inevitável que cairia sobre mim e minha família ditavam como eu levava minha vida todos os dias. Para a minha sorte, eu morei em lugares em que não me lembravam o tempo inteiro que eu era uma abominação. Meus familiares, no entanto, ainda vivem numa das regiões mais intolerantes contra a comunidade LGBT e são constrangidos por terem um gay famoso na família. Quando eu saí do armário, eles tiveram que sair também.
Por anos eles tiveram que lidar com os olhares acusadores e as lamentações constantes de amigos e estranhos, como se eu tivesse morrido. “Eu sinto muito, vocês estão em nossas orações.”
Meus pais não gostam de criar caso e evitam todo tipo de atenção. Por anos eles procuraram educar a si mesmos discretamente sobre seu filho e a comunidade LGBT, como adultos responsáveis. Minha mãe leu a Bíblia quatro vezes seguidas e comprou todos os livros já escritos sobre Cristianismo e homossexualidade. Quando ela percebeu que a situação não estava melhorando em sua igreja a respeito desse assunto, ela decidiu ir contra sua personalidade pacífica e fazer com que sua comunidade soubesse exatamente o que eles estavam fazendo com ela.
Numa carta aberta e honesta para sua igreja, ela sugeriu como que os verdadeiros cristãos deveriam agir com relação à comunidade LGBT. Essa carta foi tão bem recebida que uma outra igreja local a convidou para discursar em sua congregação, já que acreditavam que era hora de dar início a um diálogo sobre isso dentro da igreja. A transcrição desse discurso segue abaixo. Eu estou muito orgulhoso de minha família, principalmente minha mãe, por causa da maneira como ela agiu nesse período tão confuso de sua vida. Para mim, ela representa os cristãos verdadeiros, e a crença da maioria dos cristãos do país hoje em dia.
Vou começar avisando que não estou acostumada a falar em público. Para falar a verdade, esta é a primeira vez que eu falo publicamente sobre esse assunto, então peço para que vocês sejam compreensivos. Desde que eu aceitei o convite para falar com vocês, eu tenho pedido coragem, e peço para que vocês orem por mim enquanto eu tento compartilhar com vocês o que está em meu coração.
Eu vim aqui compartilhar meu testemunho. Por favor entendam que eu NÃO estou aqui para discutir a questão da homossexualidade. Eu nunca faria isso porque eu não tenho todas as respostas e provavelmente jamais as terei nessa vida. A Bíblia alerta contra os ensinamentos falsos, e eu jamais diria qualquer coisa que poderia possivelmente se passar por um ensinamento enganoso. No entanto, há coisas que eu sinto que devo compartilhar, que eu sei sem sombra de dúvida serem verdadeiras, e eu as dividirei com vocês hoje a noite.
Em primeiro lugar, vocês precisam saber que eu sou batista desde que nasci. Eu frequentei a escola da igreja aos domingos. Eu me casei com um homem que seguia os mesmos princípios cristãos, e nós criamos nossos dois filhos dentro da igreja. Meu marido é diácono, eu dei aulas na escola da igreja,  cantei no coro, lecionava nas aulas de estudos bíblicos nas férias, e frequentei retiros assim como muitos de vocês. Meus dois filhos foram batizados bem jovens, e dois dos meus três netos também já foram batizados. Nós somos uma família cristã com raízes enterradas profundamente na igreja e nos ensinamentos da Bíblia.
Há sete anos nós descobrimos que Lance é gay. Nós fomos totalmente pegos de surpresa e ficamos arrasados, porque nunca jamais suspeitamos disso. E, também, como foi um ato tão público, a situação foi muito mais difícil para nossa família. Eu não quero me debruçar sobre os detalhes íntimos dessa revelação, mas eu vou lhes dizer que a primeira coisa que eu fiz ao saber foi cair de joelhos e me perguntar: “O que Jesus faria?”. Eu soube a resposta quase que imediatamente… Amar meu filho. E é isso que eu tenho feito. Em nenhum momento eu pensei em virar minhas costas para ele. Nem por um instante eu senti vergonha ou constrangimento. Meus sentimentos eram mais de tristeza e pura decepção com a vida.
Se você acredita que ser gay é uma opção, então tudo mais que eu vou dizer aqui não vai fazer diferença para você. Não sei porque, mas mesmo sendo uma cristã fervorosa, eu pessoalmente nunca acreditei que ser gay era uma opção. Eu nunca conheci muitos gays, mas eu senti compaixão por aqueles que eu encontrei, porque podia reconhecer a dor que sentiam, e meu coração ficava muito tocado por eles. Mesmo nunca acreditando que Lance decidiu ser gay, eu não aceitei isso com a mesma facilidade que meu marido. “As coisas são como são”, foi sua atitude. A minha foi “Sim, as coisas são como são, mas Deus é capaz de operar milagres, então eu vou implorar por um milagre que fulmine Lance e faça com que ele se torne heterossexual!”. E eu fiz isso mesmo. Eu continuava amando meu filho, eu o apoiava, e o defendia, mas por muitos anos eu continuei a orar incessantemente por um milagre.
Bem, o Lance continua sendo gay. No entanto, um milagre realmente aconteceu. Só não foi o milagre pelo qual eu tanto orei. Você está presenciando este milagre nesse momento, nessa noite. O milagre foi que eu aprendi a ter um amor e compaixão incondicionais por meu filho e outros indivíduos da comunidade gay. Eu não participo de paradas ou faço discursos em convenções, mas eu sinto sim que Deus me guiou para que eu discutisse o papel da igreja nessa questão. Meu filho é cristão e deseja participar do culto, mas não sente que a igreja se importa com ele, e acredita que foi praticamente descartado como um crente. Há algo muito errado nessa atitude, e eu tenho que levantar a voz em prol do meu filho e de outros que se encontram na mesma situação. Quando eu era criança eu acompanhei meus avós em uma celebração no jardim do tribunal da cidade de Laurel. Eu fiquei com sede e corri até um dos bebedouros para beber água. Minha avó gritou me mandando parar. Quando eu olhei para o bebedouro, vi que ele tinha uma placa que dizia “pessoas de cor”, e ela me disse que eu tinha que usar um dos outros. Eu tinha apenas 6 anos, mas eu já reconheci que aquilo não era certo. Assim como meu coração me dizia que aquilo que acontecia no jardim do tribunal não estava certo, meu coração me diz agora que o jeito que a igreja trata aqueles que são gays também não está certo.
Eu poderia relatar para vocês inúmeras histórias que os jovens gays me contaram sobre como que os ditos cristão tratam eles, mas vou apresentar apenas uma. Um desses jovens me disse que estava em busca de Deus e visitou uma grande igreja num domingo de Páscoa. Ele estava usufruindo de uma cerimônia belíssima e sentia-se muito envolvido na experiência.
Todos estavam de pé cantando um hino, e quando ele se sentou havia um bilhete sobre sua cadeira. Nele estava escrito “Você sabe que você vai para o inferno”. Ele me disse que nunca mais foi à igreja. Eu não o culpo, mas, pelo que eu sei, ele não aceitou Cristo e portanto está perdido.
Quando eu descobri que Lance é gay, eu mergulhei no Evangelho em busca de respostas. As passagens que seguidamente me chamavam a atenção foram aquelas em que Jesus advertia contra julgamentos. A pessoa que escreveu esse bilhete deveria levar em conta essas advertências. Jesus diz em Lucas 6:37 “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados”. Jesus está nos mostrando que não há como levar alguém até Ele se nós os estamos julgando e condenando.
Quando eu ouço colegas de escola dominical, colegas de trabalho, políticos e cristãos na TV e no rádio dizerem coisas negativas e acusatórias contra gays, eu sinto um aperto no coração. Não apenas a comunidade cristã está afastando os gays que são cristãos, mas também está alienando aqueles que se encontram perdidos.
Eu acredito com todo o coração que Jesus diria a todos os cristãos gays que eles pertencem a Ele e que Ele os ama incondicionalmente. Jesus diz em João 10:27-28 “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; elas jamais hão de perecer, e ninguém as roubará de minha mão”.
Sinto que estou no meio de uma jornada que continua a cada dia. E gostaria de compartilhar mais uma última revelação dessa jornada. Como eu sou uma pessoa de coração tão frágil, às vezes esse coração tão ferido parecia insuportável, e eu pedi que Deus levasse esse coração sensível. Uma das definições de um coração frágil é ter compaixão. No dia seguinte eu li essa passagem: “Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e COMPAIXÃO, completai a minha alegria, permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos. (…) Dedicai-vos mutuamente a estima que se deve em Cristo Jesus”. A mensagem de Deus para mim estava clara. Se eu não tivesse compaixão pelos outros, eu nunca teria a mesma atitude que Cristo. Eu nunca mais orei para que Deus levasse embora meu coração compassivo. Acredito que a igreja precisa demonstrar essa mesma compaixão por todos, independentemente de gênero, de raça, e de orientação sexual.
Minha passagem predileta sempre foi “Deus é nosso refúgio e nossa força, mostrou-se nosso amparo nas tribulações” (Salmos 46:1). Eu verdadeiramente encontrei refúgio no Senhor, mas infelizmente devo dizer que não encontrei refúgio na minha igreja. Nem eu, nem Lance, nem tantos outros cristãos como ele que querem ser amados e aceitados num mundo que pode ser tão cruel e cheio de ódio. Eu ainda frequento a igreja, mas admito que faço isso com o coração pesaroso, e cheia de ansiedade. Se eu me sinto assim por ser a mãe de um filho gay, vocês conseguem imaginar a ansiedade que sente um gay quando se senta numa igreja? Repito, há algo muito errado nisso.
Seria necessário um livro para contar todos os pequenos detalhes de minha jornada e tudo por que passei e tudo que aprendi no caminho. Eu tentei dar um testemunho breve de tudo que Deus plantou em meu coração. Eu rogo para que possamos todos tentar ter uma atitude como a de Cristo enquanto estamos nessa terra. Nós, como cristãos, devemos deixar o Espírito Santo nos guiar para que encontremos maneiras de alcançar a todos, não importando nossas diferenças, porque eu realmente acredito que essa é a coisa certa a se fazer. Estou convencida de que é o que Jesus faria.
Obrigada a todos por permitirem que eu compartilhasse isso com vocês, e que Deus os abençoe.
Diane Bass
 Fonte:http://www.ladobi.com/

FOTOS: 8 casais lésbicas que estiveram apaixonadas por mais de 20 anos!

Estes lindos casais estão juntos há mais de 20 anos!
POR: EDITORES SHEWIRED

Quando o projeto "First Comes Love" começou em março de 2009, a Proposição 8 acabara proibindo os casamentos homossexuais na Califórnia e a Lei de Defesa do Casamento do governo federal ainda barrou o reconhecimento de casamentos LGBT. Quatro anos mais tarde, a seção de DOMA declarou inconstitucional e a Proposição 8 foi derrotado - para o bem.
Ainda assim, os casamentos homossexuais não são reconhecidos em 32 estados. Uma profunda incompreensão das relações LGBT permanece. Assim, a "First Comes Love" projeto que capta histórias de casais reais que querem ajudar a educar aqueles que não são LGBT, e comemorar aqueles que são.
O objetivo do "First Comes Love" é fornecer um vislumbre da vida "diária" de casais que estão em seus relacionamentos para 10, 20, 30, 40 e até mesmo 50 anos. B. fotografou orgulhoso os casais e apresenta seus retratos em preto e branco simples.

Linha de Del picape: "Você gostaria de vir ao meu escritório e tem um cigarro?" Harriet respondeu: "Eu vou entrar em seu escritório, mas eu não fumo." E assim começou. "Era 1969. Ninguém estava fora", lembra Del. "Você foi para clube em Nova York para dançar, mas estava sempre com medo de ser invadida. Manteve tudo em segredo e circulou discretamente."
 
"Estamos comprometidas, mesmo que não seja reconhecido", diz Ruth. "Eu tenho trabalhado ao longo dos anos para dizer que estamos tão legítimas como os meus seis irmãos que se casaram na Igreja Católica e são reconhecidos. Encontrar alguém na vida em que se pode compartilhar um relacionamento e mantê-lo é provavelmente uma das coisas mais sagradas que pode acontecer. E acho que é uma coisa única e um monte de trabalho. Estamos comprometidas com o relacionamento. Eu conheço um monte de gente que se afastou de seus relacionamentos de longo prazo por uma única razão, elas não estavam cometidas. "
"Quando penso de volta no tempo de estar com ela", diz Sandra. "Eu acho que sou uma das meninas mais sortudas do mundo. Algumas pessoas não conseguem vislumbrar o que eu tinha, e tive durante 23 anos e nunca perdendo a magia. Nós estávamos totalmente apaixonadas. Acho que fomos mais apaixonadas a cada ano que passamos juntas ".


"Nós estamos tão longe do armário que vivemos no gramado da frente."
Fonte: http://www.shewired.com/adorable/2014/01/09/photos-8-lesbian-couples-whove-been-love-more-20-years?page=0,3

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Funcionários de shopping fazem abaixo-assinado contra uso de sanitário feminino por travesti

A utilização do sanitário feminino do shopping Barra por uma travesti vem gerando descontentamento para 21 funcionários de lojas do shopping. Segundo nota divulgada na coluna “Tempo Presente” (jornal A Tarde) desta quinta-feira (9), os funcionários querem a proibição do uso do sanitário feminino pela travesti, que é funcionária de uma lanchonete no shopping, e encaminharam um abaixo-assinado à direção do centro de compras para pedir providências sobre o assunto. “Estamos nos sentindo constrangidas”, escreveram as funcionárias no documento.
A coluna também destacou que o Grupo Gay da Bahia (GGB) sempre se posicionou contra a construção de sanitários para o chamado terceiro sexo por entender que quem vive socialmente como mulher deve ter o direito de utilizar o sanitário feminino. Assessora parlamentar na câmara dos vereadores, a transexual Tuka Perez se manifestou sobre o fato. “Primeiramente, é uma falta de humanidade contra nos mulheres trans. Na minha visão como mulher trans, acho um absurdo ter que passar por esse constrangimento em banheiros públicos onde quer que seja. O shopping deveria ver isso, pois eu como militante e como mulher trans quero respeito ao público LGBT. Meu vrarrrr pra esses homofóbicos”, afirmou.
Fonte:http://www.doistercos.com.br/

QUEM DISSE QUE PRA SER HOMEM PRECISA TER PÊNIS? OU TER VAGINA PRA SER MULHER?

Will Gold, o homem que não possui pênis nem testículos

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Quem não conhece a história do britânico Will Gold, que já é um pouco antiga, se assusta quando vê suas fotos.

Para quem não sabe, Gold é portador de uma rara enfermidade congênita chamada “agenesia gonadal”, que é a ausência de pênis e testículos.
A síndrome é tão rara que atinge apenas 1 em cada 20 milhões de crianças recém-nascidas.
Basicamente, o pênis e os testículos não se desenvolvem por conta da ausência da enzima 5aDHT.
Entretanto, apesar da ausência de pênis, os “nulos”, como são chamados, produzem normalmente hormônio masculino. A aparência é a única diferença entre eles e os demais homens.
Mas você deve estar se perguntando como ele faz para satisfazer suas necessidades fisiológicas. Eu respondo. Will teve que passar por uma intervenção cirúrgica na qual os médicos uniram sua uretra ao reto. Com isso, todas as suas necessidades fisiológicas são realizadas por um único orifício.
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Bom, apesar da condição assustadora, Will leva a vida de maneira muito natural. Tão natural que possui um site no qual publica várias fotos suas sem roupas e até vídeos para poder comprovar.
FONTE:http://obutecodanet.ig.com.br/

Legislação LGBT em Israel - Atualizações do Jerusalém Open House

Autor: Tom Canning Fonte: Jerusalem Open House


Tom Canning, o novo Diretor de Desenvolvimento no Jerusalem Open House, enviou outra atualização sobre o progresso em direção a legislação LGBT em Israel
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Na semana passada, em um precedente único, os mais altos funcionários e autoridades fiscais israelense tinham dado uma diretiva para equiparar a situação das famílias do mesmo sexo com as famílias heterossexuais, concedendo-lhes créditos fiscais adicionais. Esta é uma conquista significativa para as famílias LGBT, melhora o estatuto em termos reais. Ainda assim, isso não se entende como reconhecimento legal das famílias LGBT sob a lei israelense.
Congratulamo-nos com tais políticas e práticas que melhoram o estado de pessoas LGBT, e acreditamos que ainda há muito mais a ser feito através de agências governamentais. Ainda vemos que o Knesset deveria trabalhar mais ativamente para mudar as práticas discriminatórias, através da legislação, em vez de ser através da burocracia.

A JOH reúne a comunidade, seguindo estes desenvolvimentos, e decidiu mudar a estratégia da campanha atual. Usando a força e apoio que ganhou e os novos canais de comunicação que estabeleceram com políticos israelenses, decidimos iniciar um esforço de lobby a curto prazo, a fim de promover a aprovação de outras contas pró-LGBT. A recente campanha fez políticos israelenses mais receptivos em relação à comunidade LGBT, tanto em círculos conservadores, bem como nos liberais. Acreditamos que esta nova estratégia chamará o apoio mais amplo do legislativo, e, em seguida, será alcançado através da demonstração que temos promovido.
Este esforço inclui a impressão de materiais promocionais, tais como o "LGBT Bill of Rights" e reuniões com representantes e o lobby LGBT no Knesset.
No dia 16 de janeiro a JOH receberá MK Stav Shaffir em uma reunião da comunidade, e será presenteando-a com uma cópia da nossa proposta.

Fonte: http://awiderbridge.org/lgbtq-legislation-in-israel-jerusalem-open-house-update/#sthash.5pRBIEO1.dpuf

Aprovado projeto de lei anti-homossexualidade em Uganda

Pepe Julian Onziema, ativista LGBT coloca em Kampala
Pepe Julian Onziema, ativista LGBTI em Kampala, junho 2013 © Pete Muller
Parlamento de Uganda aprovou um projecto de lei anti-homossexualidade em 20 de dezembro, resgatando o ódio e a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI). Posteriormente, ele foi submetido ao Presidente, que pode vetar ou solicitar ao Parlamento a reconsiderar no prazo de 30 dias. Este projeto de lei é uma grave violação dos direitos humanos.
As crianças da vizinhança gritando para mim e atirando pedras na minha janela. Eu dei uma entrevista para uma televisão dizendo-me ameaçando. Como resultado, a minha namorada foi demitida de seu emprego. Meus pais e meus tios dizem que fiz a entrevista por dinheiro, e já não me ajudam ". (Stosh, homem transexual)

A pena de morte para a homossexualidade "agravada" no texto original do projeto de lei foi substituída para punível com prisão perpétua . Entre os que poderão ser acusadas de "homossexualidade agravada" estão os que "repetem o ato" e qualquer pessoa que pratica o ato carregando o HIV oriundo de sexo homossexual, mesmo que consensual e com proteção. Esta lei inclui a criminalização da "promoção" da homossexualidade, o teste de HIV obrigatório em certas circunstâncias, e da aplicação de prisão perpétua para quem se casar com uma pessoa do mesmo sexo .

Além de violar o direito à privacidade, vida familiar e igualdade, a futura lei ameaça a liberdade de reunião e de expressão, direitos protegidos pelas leis de Uganda e do direito internacional dos direitos humanos.
O projeto de lei contra a homossexualidade foi introduzido pela primeira vez em 2009 e reintroduzido no Parlamento em 2012 na Uganda. A Anistia Internacional e outras organizações de direitos humanos têm apelado repetidamente para a sua retirada.
Insta a remoção da lei, para o presidente da Uganda.
Fonte: http://www.es.amnesty.org/actua/acciones/uganda-ley-anti-homosexualidad/?pk_kwd=fbk&pk_campaign=comp

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Jovem morto na Espanha foi seduzido por padre e acabou escravo sexual

Por: Priscila Chammas

Um padre espanhol curtindo o Carnaval de Salvador, um jovem homossexual cheio de sonhos e um esquema internacional de tráfico de pessoas para serviços sexuais na Espanha. Para o presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, esses foram os ingredientes que culminaram na morte de Odycleidson Moraes do Nascimento, 22 anos, há um mês, naquele país. 

Na época, falou-se que Kekeo Moraes, como era conhecido, teria morrido ao tentar separar a briga do padre Jaume Reixach com um filipino que teria ido à Espanha há 18 anos, com a ajuda do pároco. Mas Cerqueira acredita que ainda há muitos detalhes ocultos na história.

"Fontes seguras me contaram que Kekeo conheceu o padre no Carnaval de Salvador, há uns cinco anos, quando ele ainda era menor de idade", contou. Segundo Cerqueira, os dois saíram da festa, beberam, fizeram sexo e continuaram se correspondendo. Quando completou 18 anos, iludido com as promessas de uma vida melhor, Kekeo pegou um avião e, custeado pelo padre, seguiu para a Espanha. 



Chegando lá, no entanto, percebeu que havia sido vítima de um esquema internacional de tráfico de pessoas, e passou a ser explorado sexualmente. "A Espanha é a maior rota de prostituição masculina. Eles são consumidores desse tipo de serviço", contou o líder gay.

Marcelo Cerqueira cobrou uma investigação melhor do caso, já que, segundo ele, o padre estaria usando a batina para destruir a vida de jovens de outros países. "Como ele, outros jovens somem de uma hora para outra. São traficados, estão vivendo como escravos sexuais", denunciou. Cerqueira também prometeu reunir esforços para que a verdade seja descoberta e se solidarizou com a família da vítima. 

Mais cedo, em seu facebook, a mãe do jovem morto fez um desabafo:


Hoje completa 30 dias q meu filho foi morto, e não vi o corpo dele ainda isso é desumano, e não sei até quando vai durar essa ausência da justiça estou no mesmo sofrimento de quando cheguei aqui (Blanes Españha), só Deus com sua infinita misericórdia para entrar com providencia... Esperando no Senhor!!!!" (sic), escreveu Maria Cristina Moraes, 40 anos.
"Fonte: http://www.bocaonews.com.br/

As mulheres albanesas que viveram suas vidas como homens: fotos

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O fotógrafo Jill Peters apresenta o fenômeno chamado de “burneshas”: mulheres albanesas que decidiram por iniciativa própria viver como homens, ou que tiveram que assumir essa identidade por mando da família. Elas fazem o voto de virgindade e assumem o papel de homens para o resto de suas vidas. O que costumava ser um uma tradição comum no século 15 ainda permanece viva em algumas áreas rurais no norte da Albânia.
Jill explica: “A liberdade de votar, dirigir, ter um negócios, ganhar dinheiro, beber, fumar, possuir armas ou vestir calças era tradicionalmente da competência exclusiva dos homens. As meninas eram comumente forçadas ao matrimônio em casamentos arranjados, muitas vezes com homens muito mais velhos de aldeias distantes. Como alternativa, elas poderiam fazer o voto de virgindade, se tornando ‘burneshas’, o que elevava a mulher à condição de homem e lhe concedia todos os direitos e os privilégios exclusivos da população masculina”.
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“A fim de manifestar a transição, as mulheres deveriam cortar o cabelo, passar a vestir roupas masculinas e às vezes até mudar de nome. As atitudes e os gestos masculinos eram praticados por elas até se tornarem naturais. E o mais importante de tudo: as burneshas deveriam fazer um voto de celibato e permanecer castas por toda a vida. ‘Ela’ se tornava ‘ele’. Esta prática continua até hoje, mas com o avanço da modernização em direção às pequenas aldeias, essa tradição arcaica é cada vez mais vista como obsoleta. Apenas algumas burneshas mais velhas permanecem”.
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Jill também aprendeu que essas mulheres são muito respeitadas em suas comunidades: “Elas possuem uma quantidade indescritível de força e orgulho, além de honrarem a família acima de tudo. Sua transição absoluta é totalmente aceita sem questionamentos pelas pessoas com quem convivem. Mas o mais surpreendente é que elas não se arrependem da escolha que fizeram, apesar dos inúmeros sacrifícios pelos quais passam”. [Bored Panda]
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Fonte:http://hypescience.com/

IBOPE: Um líder religioso deve ser punido pelo crime de homofobia ?


IBOPE: se um líder religioso deve ser acusado pelo crime de homofobia se pregar contra homossexuais: grande parte (60%) declara que sim e 55% também acham que o tema homossexualidade deve ser incluído no currículo das aulas de educação
Quase sete em cada dez brasileiros (65%) são a favor de que a Igreja Católica passe a aceitar que padres possam se casar e constituir família. É o que mostra uma pesquisa do IBOPE Inteligência/CNT (Confederação Nacional dos Transportes) para a revista Época.
Ainda segundo o estudo, a população se divide com o fato de que mulheres exerçam o papel de padres: 48% são contra e 46%, a favor. Por outro lado, a maioria (74%) é contra a ideia de que a Igreja Católica aceite padres homossexuais/gays e 64% são contra a possibilidade de pessoas que não fizeram seminário celebrar missas.
O estudo também mostra que para 60% dos brasileiros, atualmente, o maior problema da Igreja Católica são os casos de pedofilia, seguidos da corrupção (16%) e do distanciamento da realidade dos fieis (8%).
Quando questionados se um pessoa fere os preceitos de sua religião, independente de qual seja, se fizer aborto, 69% dos entrevistados respondem que sim e 27%, que não. Já para o uso de pílula anticoncepcional ou camisinha, o resultado inverte: a maioria (73%) não considera que os preceitos de uma religião são feridos ao utilizar esses métodos contraceptivos, assim como 61% dizem que sexo antes do casamento não fere os princípios de uma religião. Mas, a população fica dividida quando o tema é homossexualidade: para 45%, ser  homossexual é ferir os preceitos de uma religião, enquanto 49% discordam.
A pesquisa também perguntou se um líder religioso deve ser acusado pelo crime de homofobia se pregar contra homossexuais: grande parte (60%) declara que sim e 55% também acham que o tema homossexualidade deve ser incluído no currículo das aulas de educação sexual.
Casamento - Oito em cada dez brasileiros (80%) são a favor de que divorciados se casem religiosamente de novo, 76% são favoráveis à ideia de que instituições religiosas celebrem matrimônios entre casais que já tiveram relação sexual e 62% apoiam a celebração religiosa de casamentos entre casais que não praticam a religião na qual vão se casar. Por outro lado, 61% são contra a possibilidade das instituições religiosas realizarem a união entre pessoas do mesmo sexo.
Francisco - Depois da escolha do novo papa, a confiança de 37% dos brasileiros na Igreja Católica aumentou, enquanto apenas 4% dizem que diminuiu. No entanto, para a maioria da população (59%), a confiança permaneceu a mesma.
Dos 2.002 entrevistados entre os dias 5 e 9 de dezembro de 2013, em 141 municípios, 61% são católicos, 24% evangélicos e 4% de outras religiões. Mais da metade  (59%) declara ser praticante. Os que não tem religião somam 10%.  A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Alunos são vítimas de homofobia em escola estadual e MP pede exoneração de diretoras

Promotora de Justiça, Ana Raquel Beltrão, ajuizou ações contra diretora e vice de escola em Sapé; entidade diz familiares das vítimas foram ameaçadas

Reprodução/ MPTV
Emiliane Sales
O Ministério Público da Paraíba (MPPB), através da Promotoria de Justiça de Sapé, pediu o afastamento e exoneração de duas diretoras por preconceito e homofobia. Segundo o MP, elas teriam se negado a matricular e promoveram atos preconceituosos contra um transexual de 15 anos e uma lésbica de 18. O fato foi registrado na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio monsenhor Odilon Alves Pedroza, em Sapé (cidade a 55 km de João Pessoa, no Brejo paraibano).
A promotora de Justiça, Ana Raquel Beltrão, ajuizou ações civis públicas contra a diretora geral e da vice do turno da noite, após uma série de atos difamatórios contra as vítimas. Constam no processo depoimentos de professores, amigos, vítimas e pais delas, que teriam confirmado os atos preconceituosos e homofóbicos.
- Pedi o afastamento temporário e, consequentemente, a exoneração delas por um desvio de conduta. O comportamento é absolutamente incompatível com os cargos que elas exercem. Eu resolvi tomar as providências no sentido de impedir para que esses fatos voltassem a ocorrer – comentou a promotora.
 A secretária de Educação do Estado, Márcia Lucena, informou que já foi aberto o processo administrativo e a comissão de inquérito definiu que a diretora deveria sofrer uma advertência pública no Diário Oficial do Estado,  o que a impede de ser candidata novamente em qualquer escola da Paraíba. "Além disso, desenvolvemos no segundo semestre, após as denúncias, atividades com todos os atores da escola, como o desenvolvimento de projetos que visam o enfrentamento a homofobia", assegurou.
Na Paraíba, a escolha de diretores e vice-diretores das escolas da rede pública estadual de ensino é feito através de eleição direta, com voto dos alunos, dos servidores e dos docentes. 
Uma das vítimas do preconceito foi Emiliane Sales, 18 anos. Ela disse que a orientação sexual e as roupas masculinas foram o estopim para o repúdio da direção geral escolar e a recusa para sua matrícula. “Assim que eu cheguei para mim matricular na escola fui surpreendida pela diretora que disse que eu não ia ser matriculada porque eu era um ser diferente", explicou.
Os dois casos estão sendo acompanhados pelo Coral (Convergência do Orgulho Rosa e Lilás). O diretor geral da entidade, Maxueel Vieira, adiantou que o movimento já ingressou com várias ações e avisou que vai comunicar o crime em todas as instâncias do Poder Judiciário.
- Essas denúncias foram transformadas em ações que tramitam em mais diversas instâncias como Secretaria da Educação do Estado, Juizado da Infância e Juventude, Ouvidoria do Estado e Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal. Além de homofobia ouve ameaça de morte tanto as vítimas quantos aos familiares. Não foi apenas um bullying simples – enfatiza Maxueel Vieira.
As diretoras envolvidas nas denúncias foram procuradas pela reportagem, mas não quiseram falar sobre o caso.
Fonte:http://portalcorreio.uol.com.br/