Mostrando postagens com marcador Valores Familiares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Valores Familiares. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

VALORES FAMILIARES MUDAM COM A CULTURA, MAS A VERDADE DAS EXCRITRAS NÃO MUDAM.

Ao contrário do que alguns cristãos acreditam, os valores da família não foram consistentes ao longo do tempo. Nossos valores mudam com a cultura que enfrentamos. A forma como a igreja interage com a cultura também muda ao longo dos séculos.
A verdade bíblica não muda, mas os valores mudaram radicalmente nos últimos seis mil anos.
Muitos cristãos acreditam que, os valores cristãos do século XXI são exatamente os mesmos que os valores em Gênesis Há 6000 anos atrás. Eles acham que todo mundo sempre foi contra a poligamia, contra o casamento igualitário, contra o casamento com familiares próximos. Acreditam que Deus nunca poderia abençoar os "estilos de vida", apesar das escrituras deixarem nítido que Deus abençoou e confirmou tais estilos de vida.
Não é preciso ser um cientista para demonstrar o quanto desconectado estão as crenças atuais do recorte histórico de Gênesis.
Tais práticas foram culturalmente aceitas por pessoas que consideramos heróis da fé. Adão, Eva e seus filhos interagiram com a cultura que encontraram em seu tempo, o que devíamos fazer com relação a questão da homossexualidade.

Hoje, casar com seu irmão ou irmã seria errado.

Seria ir contra os nossos valores culturais modernos. A verdade é que as Escrituras não mudaram, mas nossas percepções culturais e nossos valores familiares mudaram,

Porque Adão, Eva e seus filhos se casaram com outros?

Eles tinham que se casar com seus próprios irmãos e irmãs, pois não havia ninguém por perto para poderem recorrer.
Casamento com familiares próximos representa valores genuínos da família de Gênesis. Naquela época essas crenças e práticas não eram consideradas erradas.
Hoje, temos mais de seis bilhões de pessoas na Terra para que ninguém tenha que se casar com seu irmão ou sua irmã.
No início, em Gênesis, havia apenas uma pequena família.
Não haviam parceiros e parceiras disponíveis para se casarem com os filhos de Adão e Eva na época.
Nossas vidas e circunstâncias são diferentes hoje, mas a Bíblia ainda é tão verdadeira hoje quanto era na época.

O que era culturalmente aceitável a seis mil anos atrás não é culturalmente aceitável hoje.

Os valores bíblicos autênticos da poligamia, do casamento com escravos, com prisioneiros de guerra, e com concubinas, são tão parte dos valores familiares como o casamento de Adão e Eva. Isso não significa necessariamente que devamos praticar esses velhos valores familiares em nosso tempo. Algumas pessoas descrevem Abraão como m polígono incestuoso por ele ter se casado com sua irmã (Gênesis 20: 2 e 12) e outras mulheres (Gênesis 16:3 e 25:1-6).
No entanto, a Escritura chama Abraão de "o amigo de Deus", e, ainda foi incluído na genealogia de Cristo.

Alguma vez você já se perguntou como Abraão pode se casar com sua irmã e outras mulheres e ainda estar bem com Deus?

Alguma vez você, como cristão atual, já se perguntou como Abraão pode ser um exemplo de fé e, ainda assim, insistirmos que ninguém siga seu exemplo de família? Se Abraão estivesse vivo hoje, algumas de nossas igrejas o deixaria pregar em seus púlpitos ou ensinar nas escolas dominicais?
Não, é nítido que não deixariam pois ele tinha várias esposas e concubinas e passou a maior parte de sua vida em um relacionamento incestuoso com sua irmã, Sara (Gn. 20:2 e 12).
A verdade das Escrituras não mudou, mas os valores culturais e nossa percepção do que Deus aceita mudou. Abraão foi um homem bom e Sara uma boa mulher. Ele foi chamado de o amigo de Deus. Mas os valores de família e o "estilo de vida" de Abraão não seriam aceitáveis para a maioria dos cristãos antiLGBT e LGBT hoje.
Jacó, que teve um casamento poligâmico com quatro mulheres ao mesmo tempo, é encontrado na genealogia de Cristo. Judá, que teve filhos com sua nora é também encontrado na genealogia de Cristo. Esses heróis de fé praticavam valores familiares antigos que nós não praticamos hoje.

Os cristãos não aceitam esses valores familiares hoje.

Muitos valores familiares do Antigo Testamento não são aceitáveis hoje, mas eles eram perfeitamente bons para nossos antepassados espirituais. Por exemplo, Deus afirmou o antigo valor da família poligâmica, escolhendo crianças de cada uma das quatro esposas de Jacó para torná-las as doze tribos de Israel. Para demonstrar o quanto os valores familiares mudaram ao longo dos tempos, Deus colocou os filhos de Judá e Tamar, uma união incestuosa, na genealogia de Cristo. Tamar e Raabe, ambas prostitutas, Davi e Salomão, ambos poligâmicos são encontrados na genealogia de Cristo.

Os valores familiares encontrados nas Escrituras são muito diferentes do que alguns cristãos gostariam de nos fazer acreditar.

Valores familiares bíblicos incluem práticas que os atuais cristãos atuais consideram abominável, tais como:
1. Concubinato;
2. Poligamia;
3. Levirato;
4. Casamento incestuoso.
Estas práticas antigas foram consideradas normais pelos nossos antepassados espirituais pré-cristãos, mas não são consideradas normais hoje no cristianismo.
Este não é um ataque as Escrituras ou aos heróis da fé. Amo as Escrituras e acredito em cada palavra da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse.
No entanto, temos de ser honestos e perceber que as percepções culturais dos crentes mudam ao longo do tempo. Nossa percepção cultural do que Deus permite em um relacionamento conjugal é diferente da percepção cultural que tinham nossos antepassados espirituais.
A maioria dos cristãos atuais concordam que a poligamia, o concubinato, o casar-se com escravos à força e o matar soldados inimigos capturados só para se casar com suas filhas virgens é errado para nós. Tais práticas não fazem parte dos valores da família cristã contemporânea.
No entanto, Deus aprovou e abençoou essas práticas durante milhares de anos. Tais práticas faziam parte da cultura e dos valores familiares religiosos de nossos antepassados espirituais pré-cristãos. E, no entanto, estranhamente, esses antigos valores familiares bíblicos não destruíram a família como unidade fundamental da sociedade.

O casamento igualitário hoje não é diferente do que a poligamia, o concubinato e o casamento incestuoso então.

Muitos cristãos atuais acreditam que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é errado. Ainda citam a poligamia e o incesto como razões pelas quais seria errado aceitar a união do mesmo sexo hoje. É um argumento estranho e circula entre aqueles que conhecem a Bíblia.

Afinal de contas, a poligamia e o incesto eram parte dos valores familiares bíblicos de Gênesis muito antes de qualquer debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Tanto a poligamia e o casamento incestuoso foram aceitos pelos seguidores de Deus no livro de Gênesis. Deus abençoou abundantemente as pessoas que viveram suas vidas inteiras em casamentos poligâmicos e relacionamentos incestuosos.
O exemplo dos filhos de Adão e Eva e de Abrão e Sara provam que Deus afirmou a poligamia e o casamento incestuoso nos tempos antigos.
Seria risível se não fosse tão triste ver as mesmas pessoas que afirmam defender os valores da família pareçam ignorantes quanto aos valores da família na Bíblia, que tanto professam crer. O casamento do mesmo sexo parece brando, comparado com os modelos alternativos de casamento afirmado por Deus em milênios passados. O casamento do mesmo sexo expressa o alegre desejo das pessoas LGBT em se estabelecer como famílias permanentes e monogâmicas.
Lembremo-nos que se o casamento incestuoso, o concubinato e o levirato não destruíram a família, o casamento entre pessoas do mesmo sexo certamente não destruirá.


Fonte: www.gaychristian101.com.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

EM DEFESA DO CASAMENTO BÍBLICO.


Quando vejo cristãos fundamentalistas fervorosos defenderem os valores familiares, a defesa da família bíblica me pergunto: De qual família bíblica estão falando?
Este texto cômico exemplifica muito bem o que as pessoas defendem sem uma mera leitura bíblica.
A Equipe de Oração Presidencial está incitando-nos a: "Orai pela presidenta, enquanto ela busca sabedoria sobre como codificar legalmente as definições de casamento. Ore para que ela seja de acordo com os princípios bíblicos. Como muitas forças insistem em variantes do casamento, orem... que a Palavra de Deus e Seus padrões sejam homenageados pelo nosso governo. "Qualquer pessoa religiosa acredita que a boa oração deva ser equilibrada com ação. Então, aqui, em apoio as metas admiráveis da equipe de oração, vai uma proposta de Emenda Constitucional que codifica o casamento inteiramente aos princípios bíblicos:

A - O casamento no Brasil será composto da união entre um homem e uma ou mais mulheres (Gn. 29:17-28; II Sm. 3:2-5).

B - O casamento não deve impedir o direito de um homem tomar concubinas, além de sua esposa ou esposas (II Sm. 5:13; I Rs. 11:3; II Cr. 11:21).

C - Um casamento só será considerado válido se a mulher for virgem. Caso a mulher não seja virgem, deverá ser executada (Dt. 22:13-21).

D - É proibido o casamento entre um crente e um não-crente (Gn. 24:3; Nm. 25:1-9; Ed. 9:12; Ne. 10:30).

E - Este casamento é para a vida inteira, nem a Constituição, nem qualquer lei estadual ou federal deve ser interpretada de modo a permitir o divócio (Dt. 22:19; Mc. 10:9).

F - Se um homem casado e morrer sem filhos, seu irmão casará com a viúva. Se ele se recusar a casar com a viúva de seu irmão ou deliberadamente não lhe der filhos, deverá pagar a multa do sapato e ser punido de uma forma determinada pela lei (Gn. 38:6-10; Dt. 25:5-10).

G - Em vez de casamento, se não houver homens aceitáveis em sua cidade, há a nescessidade de você ter relações com seu pai bêbado (mesmo que ele já tenha te oferecido como brinquedo sexual para homens jovens e idosos). É nítido que esta regra aplica-se apenas se você for mulher. (Gn. 19:31-36).

Texto de Cindy Scott.