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terça-feira, 20 de setembro de 2016

TEOLOGIA TRANS DE JESUS CRISTO (PARTE 2)

 
Jesus sobre os três tipos de eunucos
A passagem chave que muitas pessoas trans usam para compreender sua relação com as escrituras é Mateus 19:11-12:
"Mas ele [Jesus] disse-lhes [aos discípulos]: Nem todos podem receber esta palavra, mas apenas aqueles a quem é dado. Porque há eunucos que são assim desde seu nascimento, e há aqueles que foram castrados pelos homens; e há os que se fizeram eunucos por amor do reino dos céus. Aquele que tem ouvido para ouvir, ouça".
Os que já nasceram trans, não têm a opção de ser cisgênero, apenas a opção entre ser abertamente trans, tentando fazer o melhor para ser feliz, ou repreender sua transexualidade, tentando fingir ser cis. Sim, o próprio Jesus afirmou tal questão: "há eunucos que são assim desde seu nascimento..." Sendo esse o caso, a transição é apenas um processo de tornar manifesto o que já faz parte da pessoa desde seu nascimento. Mas, ainda mais tentador é Jesus afirmar que algumas pessoas se fazem eunucos por causa do reino dos céus. Neste caso, a transição pode ser uma resposta apropriada para sua própria participação no reino dos céus, ou para suas tentativas de ser um/uma membro apropriado/apropriada do reino dos céus. Tornando-se um/uma eunuco, não é apenas não-vergonhoso e permitido, mas pode ser uma coisa positiva realizada pela razão certa de ser ativamente agradável a Deus. Pelo menos é o que Jesus diz.

Porém, essa passagem tem rodado de diferentes maneiras por diferentes pessoas. O contexto imediato anterior é uma pergunta dos fariseus sobre casamento e divórcio e dos discípulos perguntando se devem evitar o completamente o casamento. Assim, muitos (especialmente católicos), interpretam isso como uma discussão sobre o celibato dos padres, e, o processo de se tornar "eunuco para o reino de Deus" é muitas vezes entendido ao lado do comentário de Paulo sobre o casamento (1 Coríntios 7). Mas mesmo que este seja um dos entendimentos desta passagem, não existe nenhuma razão para não pensar que Jesus também estivesse falando sobre a natureza e o papel social dos eunucos. É muito difícil ler esta passagem sem pensar nas ideias bíblicas mais amplas do comportamento LGBT. Aqui, Jesus está falando especificamente aos discípulos (não aos fariseus), que tinham se tornado alvos certos da malha do povo, pois viajavam, todos solteiros e, certamente levantavam suspeitas em seu tempo. Nenhum dos discípulos parece ter tido filhos, e, só Pedro é registrado como tendo sido casado (e mesmo esse parece que já estava viúvo quando encontrou com Jesus, e nunca se casou novamente). Mas, mesmo sendo esse um dos tons desta passagem, ela parece mais, ser sobre eunucos reais, em vez de apenas pessoas que possam ser confundidas com eunucos. Não há evidências de nenhum dos discípulos ter sido identificado publicamente como eunuco durante sua vida, apesar de existir registros dos pais da igreja os chamando de eunucos mais tarde. Certamente alguns cristãos também confundiram Jesus com um eunuco. Note também, que o resto de Mateus 19 é sobre a boa vida cristã e sobre um jovem que está sendo tentado a juntar-se ao bando de Jesus, mas decide não fazer para voltar a sua vida normal e familiar. Podemos interpretar está a luz do que vem imediatamente após, tanto a luz do que vem imediatamente antes.
Jesus e o Transportador de Cântaro
Outro conjunto de passagens que revela atitudes de Jesus para com as pessoas trans ou não conformes com seu gênero, é a história do transportador de água, imediatamente antes da Última Ceia, em Mateus 26:17-19; Marcos 14:12-16 e Lucas 22:7-13. Detalharei mais essa história em outra publicação. Para entender a história você precisa muito do fundo cultural. É o dia dos pães ázimo, o dia chave da Páscoa. Esse é o maior feriado judaico do ano, uma época em que todos e todas na Judéia devem visitar Jerusalém, e cada família deve consagrar um cordeiro em sacrifício no Templo, e depois comê-los juntos à noite, em um grande jantar familiar. Neste período, a cidade ficava repleta de pessoas, e todos que podiam, e se preocupavam com a tradição, se reuniam com os familiares. Mas os discípulos não estão com suas famílias, eles estão com Jesus. Eles perguntam ao mestre se estão indo celebrar a Páscoa juntos, e em caso afirmativo, onde e como? (Nesse momento, eles já estão no final de sua jornada). Jesus manda-os ao encontro de "um homem carregando um cântaro de água (Mateus é mais ambíguo). Como eles encontrariam um homem levando um cântaro de água em uma Jerusalém cheia? Não é lá que estão milhares de homens preparando uma festa com seus familiares? Bem, na verdade, não. Na cultura judaica da época, apenas mulheres carregavam cântaros de água. Os homens às vezes carregavam cantinas ou odres, especialmente quando viajavam, mas os grandes jarros de água utilizados para o fornecimento de uma casa com água de poço, era um trabalho extremamente feminino. Qualquer homem que levasse em público cântaros de água, ou era: a) um homem fazendo seu melhor para viver como mulher na sociedade; b) ou não havia nenhuma mulher naquela casa e o homem não se importava de fazer o papel feminino em público. Mas Mateus, usa uma estranha construção para tentar evitar dizer o gênero dessa pessoa (chamando de "um certo alguém", DEINA. Essa é a única vez que essa frase é usada no Novo Testamento), o que, nos faz inclinar-nos para primeira interpretação. 

De qualquer modo, a transportadora (prefiro chamá-la assim) de cântaro leva os discípulos a uma casa onde vive com um "mestre de família", que os acolhe e proporciona-lhes uma sala superior para preparação da Páscoa. Tudo bem, isso foi muito rápido, mas nos aprofundemos. Por que esta casa não está cheia com seus familiares? Talvez nem a Transportadora de cântaro, nem o mestre da casa tenham familiares vivos (exceto, talvez, um ou outro). Ou talvez suas famílias sejam afastadas deles. De qualquer forma, eles não tinham ido jantar com seus familiares, e nem suas famílias vieram ter com eles para a Páscoa. Além disso, Jesus parece saber perfeitamente que o dono da casa irá acolhê-lo, junto com seus 12 discípulos, para uma enorme refeição, mesmo no último minuto. Além disso, Jesus espera que o dono da casa tenha espaço para eles. Jesus sabe que o dono da casa e a Transportadora de cântaro não terão familiares presentes. É provável, que eles tenham sido rejeitados por suas famílias, e por isso, tenham espaço suficiente para Jesus e seus discípulos. Além disso, por que Jesus não os levou para casa de Maria, sua mãe (e de seus irmãos, ou meio irmãos, dependendo de sua interpretação), em vez da casa daquele desconhecido? Jesus escolhe simbolicamente a casa da Transportadora de cântaro e do mestre da casa para dizer que essa é sua verdadeira família, e não Maria e seus irmãos. E, este é o tema que percorre todo o Novo Testamento (incluindo Mateus 19).

Mais uma vez, permita que isso flua em sua mente. Jesus conhece uma pessoa que parece ser homem para alguns escritores, mas, que atua publicamente como mulher, e, conta com essa pessoa para tratá-los como se fossem seus familiares próximos, juntamente com seus discípulos. A Transportadora de cântaro e o mestre de família iam preparar uma festa para dois, mas para ajudar Jesus e seus discípulos, preparam uma festa para quinze em um único dia. Imagine que no natal, você e seu parceiro não são bem-vindos na casa de seus familiares, e que, eles também não estão dispostos a vir à sua casa, talvez por causa de seu estilo de vida incomum. E, em seguida, um pouco antes da refeição, um estudante, mandado por seu mestre diz: Pode treze pessoas almoçar em sua casa, para celebrar o feriado nesta noite? Falando com uma dona de casa trans, acho absolutamente anormal. Mas eles respondem sim, e abrem sua casa com um feito épico de hospitalidade. E em vez de uma refeição para dois em uma casa vazia, agora são parte de uma grande refeição de uma "família escolhida". E, de fato, está refeição torna-se tão famosa que milênios mais tarde, ela é lembrada ritualmente, repetidas vezes por muitas pessoas ao redor do mundo.

Hoje, quando pensamos na atitude cristã adequada daquela pessoa trans, percebemos com toda probabilidade, que uma trans e seu parceiro, alojaram e fizeram parte da última ceia, juntamente com Jesus e seus discípulos. E Jesus não reclamou nem um pouco disso. A maioria das pinturas da Última Ceia, não incluem a Transportadora de cântaro e seu companheiro, mas provavelmente ela estava lá.

Fonte: Estudos do Rev. Cindi Knox (homem trans).

terça-feira, 27 de outubro de 2015

JESUS, DON QUIXOTE E A GUERRA CRISTÃ QUE NÃO EXISTE


Pobre Don Quixote!
Ele desperdiçou sua vida girando moinhos de vento gigantes!
Sua mente, tão desesperadamente ferida queria uma guerra, tanto, que torceu a realidade para fabricar uma; dando-lhe um inimigo muito necessário para provar-se como herói.
Quixote media seu valor puramente pela batalha e toda que realmente lutou foi contra si mesmo. Sua identidade como guerreiro corajoso era apenas uma miragem, sonhou para justificar a luta.
Essa parece muito com a história que o cristianismo se encontra hoje; pessoas irremediavelmente presas a necessidade perpétua de uma guerra santa, desesperados por conflitos, dependentes de um perigo iminente que exige defesa vigorosa.
A cada dia os "seguidores de Jesus" avançam no medo para mobilizar os fiéis, implorando aos crentes que "salvem o Brasil", "transformem a nação ao seu redor" para "ganhá-la de volta para Jesus". Ministérios inteiros são construídos sobre a imagem do campo de batalha sangrento e a horda sem Deus se aproximando por todos os cantos.
E os bandidos do dia são as religiões de matrizes afro, LGBT, feministas, ateus e mídia. Os gritos que ecoam de suas gargantas são bastante semelhantes: "Essas pessoas são inimigas de Deus e de nossa justa causa. Atualmente, estão a conspirar e projetar nossa morte, e, sem guerra, nosso fim é iminente."
Gigantes moinhos de vento.
Olhem ao redor amigos! Simplesmente não há uma conspiração organizada contra os cristãos lá fora; não há reuniões clandestinas bem organizadas em salas com fumo, da mesma forma que não há massas tentando descobrir como poluir a cultura e tirar o povo brasileiro das mãos de Deus. Não é assim que funciona a vida, as pessoas geralmente vivem suas vidas como indivíduos e não como membros de um grupo que gosta de si misturar para alimentar nossa narrativas amplamente desenhadas.
A maioria das pessoas estão simplesmente tentando viver seu dia a dia e fazer seu trabalho; conduzir seus relacionamentos, evitar o tráfego, e ganhar seu pão. Derrubar o país geralmente não se encontra em suas agendas, e nós, talvez, não devêssemos agir como se precisássemos resgatá-los.
Estou tão cansado da retórica de guerra e de combate das posturas religiosas e suas linhas de batalha, dos ministérios, igrejas e denominações que dependem tão plenamente da urgência do combate iminente.
Estou profundamente preocupado por uma tradição de fé que foi sequestrada das mãos poderosas e estáveis de Jesus e entregue ao comando de soldados nervosos do "exército do Senhor", que prefere lutar com moinhos de ventos do que alimentar os pobres, cuidar dos doentes, visitar os encarcerados e fazer do "amar ao próximo como a si mesmos" o seu negócio.
Acontece que uma guerra aqui, muito mais perto do que imaginamos. Ela está esperando o exército ou gigantes invisíveis.
Na verdade, ela encontra-se no mesmo lugar em que Jesus diz habitar o Reino: dentro de nós. Esse é o campo de batalha onde há ganhas e percas materiais. Não há uma guerra cultural a travar. Não, é só nosso conflito interno e nossa resposta em relação a ele.
Como resultado, nós cristãos brasileiros, não precisamos juntos "transformar a nação a nosso redor" nem "trazê-la de volta" ou ganhar uma guerra externa contra.................. Essas crises que servem como como combustíveis vazios para uma fé privada de substâncias fabricadas.
Nós não precisamos debater-nos sem fôlego em cada vento que cruza nossos caminhos.
Precisamos apenas olhar no espelho, enfrentar nossa bagunça pessoal, sem vacilar, viver nossas vidas individuais de uma forma que reflita a vida de Jesus em nosso tempo. Essa é a luta. Chegar a ser o vilão ou herói de nossa história. Matamos o gigante quando respondemos ao mundo com amor.
Cristãos e os que lideram nossas igrejas precisam parar de fabricar bichos papões culturais e sinistras ameaças morais e de reunir tropas para lutar contra inimigos imaginários. Isso é um preguiçoso e barato cartão para se jogar, com retornos cada vez menores.
Se vamos começar uma briga, então que ela seja digna. É melhor que seja em um monte santo e que vala a pena morrer por ela.
Amigos verifique que a única verdadeira guerra é a que se trava internamente; uma decisão diária sobre sermos ou não amorosos, compassivos e clementes. É a batalha contínua para termos um coração semelhante ao de Cristo.
Então, desça de seu cavalo, jogue fora suas armas e vença essa maldita guerra. Caso contrário, estaremos apenas nos iludindo, perdendo tempo e guerreando com moinhos de vento.

Baseado no texto de John Pavlovitz.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O QUE AS PESSOAS REALMENTE QUEREM DIZER QUANDO AFIRMAM: "MAS EU ACREDITO NA BÍBLIA POR INTEIRO"

"Mas eu acredito na Bíblia por inteiro"

É uma frase muito comum de si ouvir nos círculos cristãos.
No curso de ensinar aos outros a viver como Jesus viveu, fazer o que Jesus fez e seguir o que Ele ensinou não há escassez de objeções a ideia. Infelizmente, aqueles que na maioria das vezes se opõe a noção radical do dever de realmente seguir o que Jesus fez e obedecer o que Ele ensinou, são companheiros cristãos.
Embora possamos amar cantar: "Eu decidi seguir a Jesus, não tem volta, não tem volta". Mas, quando entramos no âmago da questão de emular como Jesus viveu e obedecer as coisas que Ele ensinou, tropeçamos em coisas que não parecem muito sensatas para nós.
Amai vossos inimigos?
Morrer pelos inimigos em vez de matá-los?
Bem-aventurado os mansos?
Ponha de lado sua espada?
É muito pouco para alguns cristãos. E assim, aqueles que lutam com o compromisso de seguir Jesus tiram um ás de sua manga: "Mas eu acredito em toda a Bíblia".
Admito, soa bem na superfície, mas aqui está o que realmente significa: "Eu particularmente não me importo com o que Jesus disse nessa passagem, mas, sei de uma do Antigo Testamento que entra em contradição com ela, então sigo o Velho Testamento."
Já ouvi isso expresso um pouco mais diretamente: "Sim, Jesus disse para amar seus inimigos, mas Ele é o MESMO Deus que comandou a morte dos bebês cananeus, certamente, não significa que não possamos matar nossos inimigos. Caminho olhando para frente, e acredito na Bíblia por INTEIRO, obrigado."
É um jogo fácil de se jogar por existir uma abundância de textos para escolher. Como disse Brian Zahnd recentemente: "o caminho mais inteligente para se esconder de Jesus está por trás de uma Bíblia." Infelizmente, é verdade. Se você deseja executar completamente o exemplo e os ensinamentos de Jesus, pode fazê-lo sem sair das páginas das Escrituras.
Se esconder de Jesus usando a Bíblia, não é nada original, tem sido assim desde que Ele andou entre nós. De fato, encontramos no evangelho de João 5:9, Jesus repreendendo os líderes religiosos por usarem a Bíblia como um escudo para evitar esta nova forma radical de vida que Ele propunha. Ele diz que eles perderam todo o propósito das Escrituras: Ele mesmo.
Jesus adverte que pode-se conhecer o Antigo Testamento por dentro e por fora, e ainda assim perder o ponto de tudo isso. Adverte que se alguém usa a Escritura para evitar a sua nova maneira de viver, se alguém a usa para encontrar razões para não seguir seus ensinamentos e exemplo, terão perdido a própria vida.
Jesus explica-os usando a analogia de um edifício, uma história que muitos de nós aprendemos em canções quando éramos crianças. Havia um homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha, e um imprudente que edificou sua casa sobre a areia. A história segue e descem "as chuvas, e correm os rios, e assopram os ventos..." Qual delas durou? O da rocha, é nítido. No final da analogia Jesus explica: "Portanto, quem houve estas minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha" (Mateus 7:24).
Note que Ele não diz: "todo mundo que lê a Lei de Moisés e a põe em prática é como o homem prudente...", mas diz: "todo aquele que ouve estas minhas palavras...".
Quando alguém se depara com algo que Jesus disse e responde com: "Mas eu acredito na Bíblia inteira", está se engajando em uma tradição de mais de 2000 anos de idade, a de usar a Bíblia para se esconder de Jesus, e torna-se o construtor de tolice da história que se recusou a construir sua casa sobre a única coisa que realmente vale a pena: o exemplo e o ensinamento de Jesus.
Mais tarde, no Novo Testamento, encontramos uma prova que é um aviso Deus de que devemos imitar o exemplo de Jesus: "Aquele que diz que esta nEle, também deve andar como Jesus andou." (I João 2:6).
Observe que a evidência de que nós pertencemos a Deus não é vivermos como Moisés ou Josué, ou qualquer outro personagem da Bíblia: é vivermos como Jesus.
Veja, o ponto da história de Deus é Jesus. Ele sempre foi uma história sobre Jesus. Nunca foi sobre qualquer outra coisa. O momento em que os líderes religiosos perdem a verdade é quando usam o Antigo Testamento para se esconder da nova coisa que Deus queria mostrar-lhes.
Todo o propósito da vida cristã é viver como Jesus, aqui e agora.
É o Antigo Testamento útil? Certamente. Mas sempre há uma tensão entre algo que Jesus disse e algo de outras partes da Bíblia, o desempate é sempre de Jesus. SEMPRE. Isso porque Jesus disse que todo o ponto do Antigo Testamento era trazer-nos para segui-lo. Apenas Ele. Ninguém e nada partilha seu lugar. Não há outros personagens da Bíblia, nem mesmo a própria Bíblia. Se Jesus é o Senhor, nada mais pode ser.
Assim, quando alguém responde aos ensinamentos de Jesus com: "Mas eu acredito em toda a Bíblia", geralmente é um sinal de que está fugindo dEle e usando a própria ferramenta para apontar-nos um novo caminho.
Mas é nosso trabalho levar as pessoas de volta a Jesus, até mesmo os companheiros cristãos, mesmo que nos tornemos impopular.
Porque seguirmos os ensinamentos e o exemplo de vida de JESUS sempre foi o ponto de tudo isso.

Fonte: www.patheos.com.